2.2.09

A Pior Morte do Super-Patriota: Parte 3 das Aventuras da Vilã

Aviso Importante

Essa é uma história horrível. Ela não é recomendada pra ninguém sadio. Nem adultos e nem, deus me livre, crianças. Ninguém está preparado para ler coisas assim. Essa história contém sexo, incitação à masturbação e ao crime, desobediência civil, mortes, sangues, assassinatos, desgraça, o horror, o horror! Não leiam. Depois não digam que não avisei. Histórias como essa devem ser lidas apenas pelos iniciados, mentes superiores e refinadas, que sabem separar fato de ficção, apreciar o segundo sem que ele se torne o primeiro.

Aviso Essencial

Caramba, eu até me sinto bobo falando essas coisas, mas vá lá, hoje em dia até mesmo as agulhas são vendidas com avisos como "não enfiar no olho", etc. E a Internet é grande, sabe-se lá nas mãos de quem isso aqui pode acabar parando...! Essa história é apenas uma fantasia totalmente louca e absolutamente descompatibilizada da realidade. O autor, de modo algum, pretende incitar seus leitores a realizar coisas hediondas como manter escravos em calabouços ou tentar conquistar o mundo. Lembrem-se do que aconteceu com Hitler: não foi bonito. Mais ainda, nada nessa história indica desejos ou fantasias do autor que coisas parecidas às narradas aqui sejam realizadas contra ele, ou que ele tenha desejos incipientes de morte. Fica claro que o autor, pessoalmente, não quer morrer, não quer que ninguém morra, nunca, e que por ele todos viveriam para sempre, mesmo que isso significasse, por razões óbvias, o fim da humanidade e o colapso da civilização. Ficou claro?

O autor gostaria de saber as opiniões de todos os seus leitores. Não recebo nada pra escrever essas histórias, que me paguem pelo menos com seus comentários... Que tal fazermos um trato? Se ler e gostar,
escreva, nem que seja pra dizer "li"... Esse é o único pagamento que preciso...


A PIOR MORTE DO SUPER-PATRIOTA: Parte 3 das Aventuras da Vilã

por Pedro Lozada

Há meses, eu penava sozinho no calabouço escuro. Parecia que a vilã se esquecera de mim. Preso às paredes pelos pés e pelas mãos, incapaz de movimento, sem ver a luz do sol, ratos e baratas e escorpiões e aranhas se arrastando sobre mim, comendo apenas a pasta infecta destinada aos escravos mais baixos, e, pior de tudo, sem poder ver minha deusa, lamber seus belos pés, gozar de suas confidências ou assistir suas maldades. Quando fui capturado, ela me designara seu escrivão oficial, ou seja, o encarregado de narrar seus feitos, de imortalizar suas façanhas. Durante várias semanas, eu gozei de sua privacidade e ficava aos seus pés, lambendo suas solas, chupando seus dedinhos, enquanto a observava em ação. Depois disso, ela deve ter se cansado de mim, pois não me chamou mais e fui confinado ao calabouço comum. Agora, espero pelo dia de minha execução. Ou de minha reconvocação ao serviço ativo.

Foi quando entrou em minha cela uma das capangas de minha deusa. Era uma mulher superior como ela, que realizava os serviços mais essenciais, aqueles importantes demais para ser realizados pelos escravos masculinos. Ela me chamou:

"Escravo 28334?"

Eu não era chamado há tanto tempo que nem me lembrava mais meu número de série. A bela moça me chutou no saco ao ver minha confusão e, enquanto eu me dobrava de dor (ou teria me dobrado de dor, não estivesse preso à parede), esclareceu:

"Não é você o encarregado de narrar as façanhas de nossa majestade?"

"Sim..."

"Pois venha, ela o está convocando, pois está prestes a fazer algo digno de ser imortalizado."

Fui entregue aos outros escravos, que fizeram minha barba, me deram banho e depois me levaram à presença da malvada vilã, nossa senhora. Ela estava em seu trono, de pernas cruzadas, descalça, vestindo apenas um biquíni. Ao me ver, sorriu:

"Escravo! Há quanto tempo! Eu tinha me esquecido de você! Achei que já tinha mandado de executar! Sabe como é, é tanta coisa na minha cabeça! Conquistar o mundo dá um trabalho danado! Foi a minha Grã-Vizir aqui que lembrou que havia um escravo designado para registrar minhas façanhas. E o que mais você fazia? Era um escravo baixo originalmente, não é isso?"

Balancei a cabeça.

"Pois então venha e lamba meus pés enquanto conversamos. Esse é outro prazer que não desfruto há tempos por causa de minha vida ocupada."

Me aproximei. Sua sola do pé estava preta, de tanto que ela só andava dentro de sua fortaleza descalça. Ela mesma percebeu e comentou:

"Hmm, meus pés estão imundos, não é?" E mexeu os dedinhos pra mim: "Considere isso um bônus adicional, sei que vocês escravos baixos adoram assim..."

E comecei a limpar as solas de seus pés com a língua.

"Li suas últimas duas histórias. Ficaram muito boas. E capturaram bem o meu espírito malvado. Vou sentir a sua falta quando te matar. Mas sabe como é, você já é um dos meus escravos mais antigos, já comentam que estou perdendo o meu jeito. Você não se incomoda de morrer por mim, se incomoda?"

Eu estava com três de seus dedos em minha boca, mas balancei a cabeça negativamente.

"Claro que não, pergunta boba! Mas enfim, isso ainda demora. Se realizar bem sua próxima tarefa, quem sabe? Talvez até eu adie sua execução indefinidamente." E se virou para a Grã-Vizir, em pé ao seu lado: "Marque o escravinho aqui pra ser entregue a mim daqui a duas semanas pela manhã, para minha execução pessoal. Até lá, dá tempo de ele escrever e eu ler. Se eu gostar, adio." E, para mim: "Está bom assim?"

Então era isso. Minha execução já estava marcada. Mas pelo menos seria uma execução pessoal, realizada pela própria vilã, o que ela chamava de execução matinal, onde ela sempre matava um ou mais escravos ao despertar, para se excitar e começar bem o dia. E, melhor ainda, se eu escrevesse direitinho, poderia viver mais. Sorri e balancei a cabeça empolgado.

"Bem, deixa eu te contar então o que irá acontecer. Vou realizar minha execução mais humilhante." Bateu palmas: "Tragam o herói."

Três escravos carregaram para dentro da sala o famoso Super-Patriota, defensor da justiça, da democracia, da liberdade, dos fracos e dos oprimidos. Seu uniforme estava em cacarecos, sua capa rasgada, sua bota destruída. Mas ele não baixava a cabeça:

"Sua monstra! Acha que assim conseguirá me deter? Pode me matar mil vezes! O bem nuca se rende! Sempre existirão pessoas boas para lutar contra sua dominação, para defender a liberdade da tirania...." E ele continuou...

"Blá blá blá!" Zoou a charmosa vilã. "Escravos, enfiem suas cuecas na boca dele, por favor."

Prontamente, foi feito, os escravos ficaram nus e enfiaram suas nojentas cuecas na boca do pobre herói, que se debateu o quanto pôde. Foi uma cena dura de se ver, só melhorada pelo prazer visível da vilã, que mexia seus dedinhos em minha boca.

"Ai, ai, ê vida boa. Enfim, meu escravinho-escrivão," Ela continuou, para mim: "capturamos o herói faz algumas semanas, ele vem sendo torturado todo dia, mas isso não me satisfaz. Eu preciso dar o exemplo. Preciso fazer algo que diga ao mundo que lutar pelo bem e pela justiça não será tolerado. Em suma, preciso matar esse heroizinho da maneira mais hedionda e humilhante possível. Fiquei esse tempo todo pensando e considerando, nada era ruim o suficiente para ele, mas agora já sei. Vamos televisionar o evento ao vivo para o mundo inteiro, e você vai escrever a versão para os jornais, enciclopédias e para a Internet. Algo que transmita ao mundo que sou a mulher mais malvada de todos os tempos, que contra mim ninguém pode, que todos devem me amar e adorar e obedecer. E morrer por mim. Entendeu?"

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

"Tudo o que escrevo tem esse objetivo."

Ela me fez um cafuné: "Bom escravo!"

E, novamente, bateu palmas: "Tragam a máquina."

Um time de escravos trouxe uma máquina grande, do tamanho de uma daquelas geladeiras de picolés que haviam nos bares do mundo antes de sua conquista pela vilã.

Ela se levantou e me mostrou a máquina com orgulho:

"Este é meu miniaturizador. Foi desenvolvido por uma equipe de minhas melhores cientistas, verdadeiras mulheres superiores, mártires da causa da minha grandeza. Sabiam que eu as mataria depois de terminado o serviço, para que somente eu pudesse operar a máquina. Mas morreram rápido, o que, afinal, é o máximo que uma pessoa sensata pode desejar da vida sob o meu comando." E sorriu pra mim: "Venha cá. Está vendo essa manchinha vermelha aqui em cima? É meu monumento à genialidade científica delas. Foram as primeiras vítimas de sua invenção. Eu as miniaturizei, coloquei aqui e..." Deu um soco violento na máquina: "Pluft."

E riu, riu muito, feliz como uma menina com brinquedo novo. E, afinal, não era isso que ela era?

"Eu venho usando a maquininha bastante. Existem tantos métodos novos para se matar pessoas pequeninas..."

Enquanto falava, casualmente apontou a máquina para dois escravos que guardavam uma das portas e acionou os comandos.

"Já fiz tanta coisa deliciosa. Amassei alguns escravos em minha mão. Outros, eu coloquei dentro de mim e fiquei sentindo eles mexerem..."

Os escravos foram miniaturizados, cada um com apenas uns dois centímetros de altura, e ficaram correndo pelo chão como duas baratas tontas. Minha deusa casualmente andou até eles.

"E, mais que tudo, eu gosto de mata-los com os meus pés..."

Chegou perto dos dois, apoiou o calcanhar no chão e levantou o pé, mantendo-o sinistramente parado sobre os pobres condenados. Somente seus dedinho se mexiam, alegremente, em antecipação do que iriam fazer.

"Seja colocando-os entre meus dedos ou simplesmente pisando neles, como se fossem besouros gordos e inúteis."

Sem mais delongas, pisou nos dois escravos, sangue espirrando por entre seus dedos, e em seguida, andou de volta ao seu trono, deixando sensuais pegadas vermelhas atrás de si, que mostravam bem as formas delicadas de seus pezinhos, seu arcos altos, seus dedos bem feitos.

"Venha cá agora e limpe meus pés."

Devo ter feito uma cara meio que de nojo, e ela disse:

"Não tenha receio, meus escravos são limpos e não tem doenças..." Sorriu "Eu até mesmo já comi alguns e senti os pequeninos descendo esperneando por minha garganta..."

E lambi, engolindo pedacinhos de matéria encefálica e de ossos, limpando o sangue por entre seus belos dedos do pé.

"Bem, minha idéia para o heroizinho aqui usará a minha maquininha infernal. Observe, você vai gostar. Vamos para o estúdio."

A rainha e sua comitiva foram para o estúdio, de onde a execução seria transmitida para o mundo. O heroizinho vinha sendo arrastado atrás de mim, e eu senti pena dele, senti pena, de certo modo, pelo mundo inteiro. Afinal, ele lutava por todos nós, lutava por mim. Será que os outros escravos também pensavam assim?

Se ele vencesse sua luta, eu nunca mais seria preso pelos braços e pernas em um calabouço escuro, a minha sentença de morte para daqui a duas semanas não seria executada, nunca mais pessoas morreriam assim tão sem sentido quanto aqueles escravos que haviam acabado de ser pisados tão sem cerimônia, o reinado de terror no mundo acabaria, as pessoas voltariam a ser felizes, os passarinhos voltariam a cantar nas árvores, o mundo deixaria de ser o deserto frio de hoje, povoado pelo terror e pela tristeza.

Mas minha bela e calorosa senhora seria presa, humilhada, julgada pelas milhões de mortes que havia causado e provavelmente seria executada. Nunca mais o mundo ouviria sua gargalhada feliz, nunca mais seus olhos brilhariam de alegria. Ergui o olhar e a observei caminhando à frente a sua comitiva, aquela bundinha empinada, aquelas curvas perfeitas, aquelas pernas que não acabavam mais, aqueles pés cruéis. Não, o mundo estava bem como estava, o heroizinho que se danasse, eu não iria abandonar a minha malvada senhora.

No estúdio, enquanto era maquiada e preparada, a vilã decidiu que vestiria mesmo o biquíni que já estava usando, para ser vista pelos homens do mundo em toda a sua glória. Ela não tinha pudor em reinar pelo sexo e em usar seus dotes físicos a favor do Mal. Sua conquista havia sido grandemente facilitada pela complacência dos homens, abobalhados por sua sexualidade animal e que se recusavam a resistir à uma rainha tão maravilhosamente linda. E as mulheres, essas passavam para o seu lado pois lhes agradava fazer parte da casta das mulheres superiores.

A vilã sentou-se em uma poltrona e começou o seu discurso:

"Meus queridos súditos e meus leais escravos por todo o mundo, vocês foram convocados aqui para testemunhar o que acontece com quem me desafia. Esqueçam valores como liberdade, democracia e justiça. Desistam da felicidade. Só eu tenho direito de ser feliz. Suas vidas me pertencem. Você vivem apenas enquanto eu permito, para que trabalhem em minha glória. O bem perdeu a guerra e eu, como a maior representante do Mal, como a mulher mais malvada de todos os tempos, reino na Terra. Eu achava que isso já estava suficientemente entendido, mas alguns elementos terroristas insistem em desafiar a paz da nova ordem mundial. É preciso dar o exemplo."

Trouxeram o heroizinho:

"Esse é o assim-chamado Super-Patriota, defensor da vida, liberdade, democracia, blá blá blá! Ele ousou me desafiar. Agora, vejam o que acontecerá com ele. Futuros heroizinhos terão destino ainda pior."

Andou até a máquina, as câmeras atrás dela, e acionou os comandos. O Super-Patriota foi miniaturizado.

"Essa é a minha máquina miniaturizadora. Vocês todos devem conhecer algum vizinho ou amigo que já foi vitimado pela máquina. Ela é realmente bem útil, vocês já vão ver quanto."

Ela se abaixou e pegou o Super-Patriota em suas mãos macias, mostrando-o para a câmera:

"Esse aqui é o Super-Patriota agora, com meio centímetro de altura. Não se enganem. Apesar do tamanho diminuto, ainda é ele, suas funções cerebrais e fisiológicas continuam perfeitas, ele pode falar e escutar perfeitamente -- nós, claro, é que não podemos mais ouvi-lo." E deu uma risadinha.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Esticou a mão para o lado e um escravo já preparado entregou-lhe... uma camisinha!

"Essa é uma camisinha comum, meus caros súditos, que vocês usam para evitar que novas crianças nasçam para uma vida de dominação e servidão a mim. Até hoje, eu nunca havia usado uma coisa dessas, mas tudo tem a sua primeira vez."

E, muito sem cerimônia, jogou o Super-Patriota dentro da camisinha. Comecei a intuir o que se passava em sua mente diabólica, qual seria essa morte mais humilhante que ela planejara para o Super-Patriota!

Mostrou para as câmeras a camisinha com o pequeníssimo Super-Patriota lá dentro, se esperneando.

"Ele é tão pequeno que pode se espernear à vontade que não vai furar a camisinha. Mas ele não terá que se espernear por muito tempo. Aviso agora aos pais que irão se seguir cenas de sexo. Caso queiram tirar as crianças da sala, pensem duas vezes. Meus escravos e espiões estão por toda a parte. É importante que as crianças, mais que todos, já aprendam desde cedo o que acontece com quem me desafia. E é mais importante ainda que os meninos já cresçam me amando e me adorando, sua lascívia me dá forças. Quanto mais vezes por dia eles se masturbarem em minha honra, menos energia terão para outras atividades mais baixas como procriar ou se rebelar."

E estalou os dedos:

"Venha, escravo."

Um escravo sexual se aproximou, nu, ereto, e a vilã sorriu para as câmeras:

"Como indulgência às minhas súditas, escolhi o meu escravo mais atraente para a tarefa. Aproveitem."

Olhou para dentro da camisinha, piscou para o Super-Patriota e soprou uma beijinho para ele:

"Tchau, meu amor. Foi bom enquanto durou. Você foi um inimigo até divertido de se ter, mas a vida continua. A minha, é claro."

E, sensualmente, lentamente, vestiu a camisinha no membro ereto do escravo. O Super-Patriota, herói autêntico, não se entregou até o fim, se debateu, se balançou. A vilã deitou-se na cama, dois escravos tiraram seu biquíni e ela abriu as pernas deliciosamente:

"Venha, escravo. Mostre a eles o que acontece com os bonzinhos."

O escravo avançou um passo e, então, a coisa mais extraordinária aconteceu, algo que eu nunca havia visto acontecer na presença da vilã: ele broxou!

A malvada ficou furiosa, se levantou em um pulo, seus seios rijos e empinados se balançando, e avançou contra o escravo:

"Como ousa?! Eu sou a rainha do mundo, a senhora da maldade. Homens se matam pelo privilégio de olhar pra mim e você ousa... você ousa..."

O escravo tentou se desculpar:

"Foi ele, minha senhora. Ficou se batendo contra a cabeça do meu pau, doeu, não sei o que houve..."

"Tire a camisinha!" ela ordenou.

O escravo tirou a camisinha e depositou-a nas mãos da rainha, ao que ela prontamente andou até a máquina miniaturizadora e o encolheu também, para a mesma altura do Super-Patriota. Um outro escravo trouxe uma nova camisinha e ela despejou os dois ali.

"Atenção, crianças, para a lição do dia." Disse elas, encarando as câmeras, sorrindo e arregalando os olhos, como se estivesse gravando um comercial de margarina: "Não é só quem me desafia que morre uma morte horrível e humilhante, mas também quem falha comigo. Que venha o próximo escravo."

Mais um escravo se aproximou, nu e ereto, e a rainha o avisou:

"Já sabe o que vai acontecer se falhar, não é?"

"Diante uma mulher tão maravilhosa, não posso imaginar o que me faria falhar."

"É assim que eu gosto." E colocou a camisinha na deles. "Pode senti-los se espernear?"

O escravo sorriu: "Faz cosquinhas."

A vilã gargalhou e disse:

"Seja gentil, escravo. Não quero que eles morram logo, quero senti-los se quebrando dentro de mim aos poucos."

"Como a senhora ordenar."

Ela voltou a se sentar na cama, abriu as pernas languidamente e o escravo se aproximou, com aquele pau que parecia pulsar com os movimentos dos dois condenados. A rainha observava aquele movimento com êxtase, até ser penetrada. Então, inclinou sua cabeça para trás e começou sua dança malvada do sexo.

Ela gemeu, e ronronou, e gritou, em cadeia mundial. Enfim, acabou.

"Ai, que delícia. Você sentiu eles se quebrando, escravo?"

Ele olhou para baixo, com medo de encostar na camisinha:

"Acho que se quebraram na primeira, majestade. Estavam muito pequenos."

Ela fez uma careta:

"Eu sei, também acho. Queria que tivessem sofrido mais. Foi delicioso mesmo assim."

Ele começou a tirar a camisinha, mas a rainha interrompeu:

"Quero ter o prazer."

Descascou lentamente a camisinha do pau do escravo e a levou até as câmeras:

"Esse é o túmulo de borracha e porra do último grande herói da Terra. Espero que tenham aprendido a lição."

Gargalhou e deixou a camisinha esporrada cair ao chão. Pisou nela com força com o calcanhar e o chão ficou todo babado de uma gosta rosa e grudenta. A malvada andou até o seu trono e fez um sinal pra mim: "Limpe meus pés, escravo." E voltou a se dirigir às câmeras:

"Súditos e escravos, vocês já sabem o que acontece com quem me desafia e já sabem o que acontece com quem falha comigo. Falta apenas uma última lição."

Olhou para baixo, tirou seus pés de minha boca, viu que estavam limpos e se levantou. Passou as mãos carinhosamente pelo queixo do escravo com quem acabara de transar e deu um beijo em sua testa:

"Espero que tenha apreciado transar com sua deusa."

"Não sou digno." Ele respondeu.

"Ninguém é." Ela retorquiu, enquanto andava em direção à máquina miniaturizadora: "Mas eu preciso transar com alguém!"

Novamente, acionou a máquina e o pobre escravo foi miniaturizado.

"Esse escravo me serviu bem e fielmente. É um bom escravo. Me fez gozar duas vezes. Observem o que acontecerá com ele. Close nos meus pés, câmera."

E ela andou até o escravo e levantou seu pé sobre ele, mas não fez nada. Ainda.

O escravo estava tendo uma visão magnífica de minha senhora, nua e gigantesca, aquele pé sensual parado sobre ele, não tinha dúvida sobre o que iria lhe acontecer. Resignado, ele se ajoelhou e ficou apenas olhando para cima, desfrutando aquele panorama único.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Ainda em off, a perversa vilã começou a discursar, sabendo que as câmeras estavam focalizando seus pés:

"Meus queridos súditos e meus leais escravos, é assim que sempre pensei em vocês. Pequenos. Insignificantes. Aos meus pés. E assim vocês estão. Ninguém está a salvo. Nada pode salva-los."

A malvada deu um empurrão no escravo com o dedão, ele rolou alguns centímetros, depois pegou ele suavemente entre seus dedos do pé, o levantou no ar e deixou-o cair. Brincava com ele como uma gata brincando com o rato. Antes de mata-lo.

"Eu estou em todos os lugares, meus espiões vêem tudo, eu posso tudo. Minha maldade é sem limites. Suas vidas não significam nada, nada pra mim. Eu mato prisioneiros todo dia de manhã, pra me divertir. Suas vidas me pertencem."

Enquanto ele se recuperava da queda, ela colocou seu pé sobre ele e fez pressão, mas sem estoura-lo ainda. Levantou o pé e deixou que ele respirasse um pouco. Enquanto isso, com o seu dedão, cutucava o pauzinho do escravo, aquele mesmo que poucos minutos antes lhe proporcionara dois orgasmos.

"Eu sou sua Deusa, uma deusa perversa e toda-poderosa. Meus desígnios são inescrutáveis e exijo sacrifícios humanos. Eu me alimento do seu sangue e de suas vidas, esse é o meu preço. Me amar não é garantia. Me servir bem não é garantia. Para vocês, não existem garantias. Rezem pra não estar em meu caminho. Rezem pra que meu próximo capricho não seja esquartejar sua família. Rezem para mim, rezem em meu nome. E nunca tentem me entender."

Depois, pisou no pobre escravo. Para mais pressão, levantou seu outro pé, concentrando todo seu peso sobre o coitado. Ele estourou como uma uva.

"Câmera de volta em mim." Ela ordenou:

"Desistam de amor, felicidade, paz. Não há mais lugar no mundo para nada disso. A única pessoa feliz no mundo sou eu. Vocês vivem apenas para me servir e para me divertir. Sintam-se agradecidos de cada segundo a mais de sobrevida que eu lhes permitir. Ninguém está a salvo de minha crueldade."

Então, sorriu, colocou as mãos na cintura e gritou:

"Corta."

Subitamente, o estúdio foi tomado foi tomado de um aplauso insurdecedor. A vilã agradeceu os elogios e disse:

"Fui tão bem assim? Eu não gostei muito..."

Puxa-sacos apareciam por todos os lados para cumprimenta-la, e ela continuou:

"Aquele primeiro escravo ter broxado não foi humilhante pra mim, não? Como é que eu não considerei essa possibilidade? É que nunca havia me acontecido antes... Nem mesmo eu posso pensar em tudo..."

Abri caminho por entre seus admiradores e falei:

"Minha deusa, pelo contrário, mostrou sua maldade sem limites em ação mais uma vez, mostrou como não teve um segundo de hesitação em condenar aquele escravo ao mesmo terrível destino do heroizinho..."

"É verdade..." Reconheceu a rainha, levando seu indicador a boca: "Eu sou mesmo muito má, não sou?"

"Ninguém é mais cruel que a senhora."

Ela se aproximou de mim e segurou cada bochecha minha com uma mão:

"Escreva isso. Escreva bem. Quero que todo o mundo saiba disso. Quero mulheres de todo o mundo querendo ser como eu. Quero homens de todo o mundo abandonando suas mulheres para apenas se masturbarem em minha honra. Quero terror e submissão. Acha que consegue?"

"Pela senhora, tudo."

Ela gargalhou:

"Bem, senão, teremos um compromisso daqui a duas semanas..."

"Mal posso esperar a honra de ser vítima de sua maldade."

"Nem eu também, escravo, mas ainda quero que escreva muito sobre mim antes. Podem leva-lo."

E as capangas me arrastaram de volta ao calabouço.

Bem, e aqui está a história. O que acham? Consegui demonstrar bem tudo o que ela pediu? Será minha última história?

Veremos.

(fim)

Essa história pode ser livremente copiada, retransmitida, repassada, redistribuída, e por aí vai. Na verdade, como não estou olhando, você pode fazer o que quiser com ela, inclusive imprimir pra limpar a bunda, etc - o que talvez seja o que ela merece, nunca se sabe. Mas peço apenas que, o que quer que faça, não modifique a história sem minha autorização, nem retire os avisos.

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7.4.08

A Vilã Se Levanta: Parte 1 das Aventuras da Vilã

Aviso Importante

Essa é uma história horrível. Ela não é recomendada pra ninguém sadio. Nem adultos e nem, deus me livre, crianças. Ninguém está preparado para ler coisas assim. Essa história contém sexo, incitação à masturbação e ao crime, desobediência civil, mortes, sangues, assassinatos, desgraça, o horror, o horror! Não leiam. Depois não digam que não avisei. Histórias como essa devem ser lidas apenas pelos iniciados, mentes superiores e refinadas, que sabem separar fato de ficção, apreciar o segundo sem que ele se torne o primeiro.

Aviso Essencial

Caramba, eu até me sinto bobo falando essas coisas, mas vá lá, hoje em dia até mesmo as agulhas são vendidas com avisos como "não enfiar no olho", etc. E a Internet é grande, sabe-se lá nas mãos de quem isso aqui pode acabar parando...! Essa história é apenas uma fantasia totalmente louca e absolutamente descompatibilizada da realidade. O autor, de modo algum, pretende incitar seus leitores a realizar coisas hediondas como manter escravos em calabouços ou tentar conquistar o mundo. Lembrem-se do que aconteceu com Hitler: não foi bonito. Mais ainda, nada nessa história indica desejos ou fantasias do autor que coisas parecidas às narradas aqui sejam realizadas contra ele, ou que ele tenha desejos incipientes de morte. Fica claro que o autor, pessoalmente, não quer morrer, não quer que ninguém morra, nunca, e que por ele todos viveriam para sempre, mesmo que isso significasse, por razões óbvias, o fim da humanidade e o colapso da civilização. Ficou claro?

O autor gostaria de saber as opiniões de todos os seus leitores. Não recebo nada pra escrever essas histórias, que me paguem pelo menos com seus comentários... Que tal fazermos um trato? Se ler e gostar,
escreva, nem que seja pra dizer "li"... Esse é o único pagamento que preciso...


A VILÃ SE LEVANTA: Parte 1 das Aventuras da Vilã

por Pedro Lozada

Ninguém sabe o nome verdadeiro da vilã. E ninguém se importa. Ela é a mais bela e mais malvada de todas as mulheres. Parece ter saído das páginas de uma história em quadrinhos: perfeita, linda, seios fartos, olhos frios, boca provocante, cabelos negros, longas pernas, totalmente má. Seu único objetivo é conquistar o mundo e ter toda a população do planeta aos seus pés. Enquanto isso, ela se diverte fazendo maldades com todos que lhe caem nas garras. Geralmente, homens fracos e patéticos como eu, incapazes de resistir ao seu encanto cruel e que se oferecem em seu serviço como escravos.

Ontem, a vilã dormiu com seu dedão do pé em minha boca. Eu sou seu escravo baixo, o que quer dizer que sou responsável apenas por seus maravilhosos pés. Não posso encostar em nenhuma parte de seu corpo acima dos tornozelos. Sua sexy tornozeleira de búzios é minha fronteira. Na cama, ao lado dela, dorme um escravo sexual. A vilã só consegue dormir depois de vários orgasmos e sentindo leves e relaxantes lambidas em seus pés. Seu dia-a-dia é muito tenso e corrido, conquistar o mundo não é tarefa fácil, e ela precisa relaxar e espairecer a cabeça para poder dormir o sono dos justos. Tudo ao que posso aspirar é que minhas lambidas em seus dedinhos a tenham ajudado a dormir, mas sei que o grosso da tarefa de relaxá-la recai mesmo é sobre o escravo sexual.

Ah, como eu os invejo. Lá está ele, acordado ao lado da vilã, olhando pra ela maravilhado assim como eu, a sua disposição caso ela acorde e queira algo. É claro que escravos sexuais só duram uma cópula, a vilã os sacrifica logo depois, mas que privilégio! Um escravo baixo geralmente dura vários dias e seus pés são deliciosos, não tenho do que reclamar, mas como podia não invejar esses homens?

Que mulher excepcional, eu penso. Assim, dormindo, pacífica, olhos fechados, os seios subindo e descendo suavemente na cadência da sua respiração, seus dedinhos se mexendo de vez em quando dentro de minha boca, quem diria que ela era capaz das crueldades que já a vi perpetrar? Já sou seu escravo baixo há dias e ela sempre me surpreende e impressiona. Nunca imaginei que um ser humano pudesse ser tão cruel, tão dedicado ao mal e a fazer outras pessoas sofrerem. E como ela é feliz! A vilã deve ser a mulher mais positiva que já conheci. Tudo pra ela é diversão, ela vê o lado bom de tudo, nunca se irrita, nunca perde o controle. Com certeza, não só a mais bela e malvada, como também a mais feliz mulher do mundo. Ser malvada lhe dá um enorme prazer, ela fica radiante a cada escravo que executa, a cada criancinha que separa dos pais, a cada cidade que destrói.

Senti seu dedão se mexer em minha boca. Ela estava acordando. Olhei para a cama. A vilã levantou a cabeça e olhou seu escravo sexual:

- Ah, você ainda está aqui! Que ótimo!

A vilã sorriu pra ele e fez um cafuné carinhoso em seus cabelos:

- Hmm... - Levou o indicador aos lábios, falando sempre em tom de brincadeira e parecendo pensativa - Vejamos o que eu posso fazer com você para me divertir assim de manhã...

Com raras e honrosas exceções, os dias da vilã sempre começam assim, com esse ritual: pra se aquecer para as maldades que fará ao longo do dia, ela mata o escravo sexual com quem dormira na véspera. Além disso, é parte de sua filosofia pessoal que o contato físico com ela deve ser punido com a morte. Qualquer contato.

- Eu sou maravilhosa, escravo. Uma deusa. - Ela tinha me dito, quando me convocou para ser seu escravo baixo - Tocar em mim é uma honra pela qual todos devem pagar um preço. Mas não sou apenas uma deusa qualquer, sou uma Deusa do Mal. O preço tem que ser caro! Contato mais íntimo, como sexo, prevê punição imediata. Já lamber meus pés... - Ela sorriu, malvada e maliciosa, e esfregou suas solas em meu rosto - Bem, você pode durar vários dias mas ainda assim pagará o preço por ter meus dedinhos em sua boca... - Dedos longos, em pés grandes. Não sei quanto ela calça, sempre tive receio de perguntar, mas deve ser mais de quarenta. Ela coloca seus pezões sobre meu rosto e eles me cobrem, o calcanhar fica abaixo de meu queixo e seus dedinhos se enroscam no meu cabelo. E sempre anda descalça, suas solas são amareladas e grossas, gostosas de lamber...

E ela nos provoca:

- Eu poderia poupá-lo, claro. Mas você sabe o que isso significa, não é? Isso faria de mim uma mulher... - Ela pronuncia a palavra como se fosse um palavrão: - boa! Eu não seria mais a vilã malvada para quem você se entregou. A mulher cruel por quem se apaixonou. Seria apenas mais uma. É isso que você quer? - Esfregou os pezões em meu rosto com vigor - É?!

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

O que mais eu poderia responder, com aqueles pés deliciosos ali na minha cara? Os pés daquela Deusa com a qual eu já tanto sonhara?

- Por favor, faça o que seu prazer cruel mandar. Seja má. Seja muito má. É assim que eu te amo, como uma Deusa da Perversidade. Nunca mude!

E ela me brinda com seu sorriso mais diabólico, com aqueles olhos verdes testemunhas de tantas mortes, e enfia seu pé pela minha boca adentro:

- Pode contar comigo, escravo. Serei bem malvada com você... Mas primeiro lamba meus pés e me dê prazer! Quando eu estiver satisfeita... veremos!

Sua beleza é tamanha que a vilã nem precisaria ser má para ser a mulher mais sexy do mundo. Mas confesso que acho que ela nunca é tão desejável e atraente do que quando está fazendo das suas crueldades. E agora era a vez do escravo sexual pagar o preço por ter feito amor com uma mulher tão malvada.

Ele se aproximou dela, ambos ainda na cama, e amorosamente pegou em suas mãos. Como ele já estava condenado, a vilã permitiu o toque e deixou que suas mãos perfeitas fossem manuseadas pelo escravo:

- Não ouso pedir que me poupe...

- Faz bem.

- Mas por favor deixe-me dar-lhe prazer mais uma vez! Não peço por mim, mas pela senhora!

Ela desatou a rir e seu dedão saiu de minha boca:

- Você me deu prazer ontem a noite, escravo, e agora vai me dar prazer de novo. Bem mais prazer. Executar escravos que me adoram assim como você é um dos meus grandes prazeres... Que mais prazer você quer me dar?

- Prazer sexual... - Ele hesitou.

- Ah, escravo. Se o seu desempenho tivesse sido bom, talvez até eu poupasse você por mais um dia... mas...

Ela passou a mão pelo peito dele:

- É verdade que eu já poupei escravos sexuais por vários dias. Mas eles foram muito bons! Você nem pode imaginar quanto... Mas você...

A vilã torceu os lábios em desprezo e arrancou alguns pêlos de seu peito:

- Você é bem incompetente pra alguém desse seu tamanhão todo... Prefiro arriscar que o próximo escravo será melhor... Você falhou em me dar prazer sexual pleno e, agora, vai me dar o prazer de morrer por mim...

O seu gemido de dor quando ela arrancou os pêlos apenas a incentivou a arrancar mais. Foi puxando os pêlos metodicamente e dizendo:

- Qualquer mulher pode sentir prazer sexual, escravo. É bom, mas banal. Mas nenhuma mulher é malvada como eu, nenhuma outra sabe os imensos prazeres derivados de ser tão má... Exterminar você vai ser uma delícia, vou me sentir poderosa... Vai me excitar mais do que qualquer outra coisa que um pobre coitado como você poderia fazer...

A idéia das maldades a que poderia submeter aquele pobre homem apaixonado já começava a excitar a vilã e seus mamilos estavam endurecendo. Ela estufou o peito e, sem falar nada, apontou para seus seios. O escravo se aproximou e lentamente acariciou e lambeu aqueles mamilos eretos. Enquanto isso, a vilã gemia de prazer e dizia:

- Mas como posso acabar com você? De uma maneira bem cruel...

Ela enfiou de novo o pé na minha boca e, pela primeira vez no dia, dirigiu a palavra a mim:

- Lamba meus pés enquanto penso em alguma nova maldade!

Como podia uma mulher tão linda ser tão má? E, por incrível que possa parecer, quanto mais malvada ela era, mais deliciosos ficavam seus pés. Pensar que eu estava lambendo os pezões de uma vilã tão cruel era muito excitante.

Eu sabia que, naquele momento, sua mente malvada estava considerando todas as diversas maneiras de eliminar o escravo sexual, tentando descobrir qual lhe seria mais prazerosa. E eu queria ajudá-la: quem sabe ter um outro escravo lambendo os seus pés lhe desse inspiração?

Chupei dedinho por dedinho. Enquanto isso, ela continuava acariciando e explorando todo o corpo do escravo sexual, olhando para ele com um olhar fascinado, de menina sapeca, um olhar de quem sabia que, em breve, aquele corpo não existiria mais. E tudo isso, tanta morte e sofrimento, apenas para satisfazer seus prazeres cruéis. Rolei seu dedinho em minha língua. Não posso descrever como eu me sentia sabendo que, naquele mesmo instante, enquanto eu chupava aquele dedinho como uma bala, a dona dele estava pensando em terríveis maldades. Um pé tão macio e cheiroso em uma mulher tão perversa e desalmada, que combinação! Eu lambia e chupava e seus dedos nunca perdiam o gosto! Tenho experiência: após alguns minutos de adoração, qualquer pé feminino perde o gosto, só o que sentimos é o gosto de nossa própria saliva. Não os pezões perfeitos da vilã: sempre havia mais alguma coisa entre seus dedos, um pouco de suor batido por debaixo do dedinho, um grão de areia no dedão. Lambi entre cada dedo com carinho.

Por fim, a vilã empurrou o escravo para longe de si e disse:

- Ah, deixa pra lá, acho que quero um clássico! - E perguntou ao escravo sexual: - Você me ama?

- Com todo o meu coração, minha dona!

Ela suspirou de prazer, teve até um calafrio:

- Hmm... É assim que eu gosto... - E passou suas divinas mãos pelo pênis do escravo, acariciando-o - Sabe, já matei muita gente, já perdi as contas das maldades que já fiz, mas demorei até descobrir o supremo prazer de acabar com pessoas que amam a gente. Você não é como qualquer um, escravo. Você sinceramente me ama. Eu não ligo a mínima pra você, eu vou me divertir acabando com a sua vidinha, e você ainda assim me ama e vai para a sua morte voluntariamente. Eu poderia poupá-lo, claro. Por que não? Você não me fez mal algum - pelo contrário, me serviu lealmente e me deu prazer - não me é ameaça, não ganho nada com sua morte. Mas vou matá-lo assim mesmo. Porque é bom, é divertido e porque sou má. Não há nada mais delicioso que isso! Ser malvada, poderosa, ter poder de vida e morte! É melhor que sexo!

E olhou com desprezo pra ele:

- Melhor que sexo com você com certeza! Mas, diga-me, não seria maravilhoso fazer do seu amor por mim a própria ferramenta da sua morte?

- Se a senhora achar divertido...

- É claro que eu vou achar. Matar escravos apaixonados é sempre uma delícia!

E, pra mim:

- Não chupa só o dedão! Já está uma uva-passa! Lambe entre os outros dedinhos também!

Disse isso, e se levantou da cama. Nua. Maravilhosamente nua. Pegou o escravo sexual pela mão e o levou para cima de um alçapão de vidro. Ela estava tão carinhosa com ele, falando sempre com tanta delicadeza e amor, ninguém imaginaria que estava planejando matá-lo apenas para se divertir:

- Sabe o que é esse alçapão, escravinho?

- Sim. O fosso dos crocodilos.

Ela balançou a cabeça, em reprovação:

- Tsc, tsc, escravo! Os boatos no meu calabouço estão atrasados. Eu me livrei dos crocodilos faz tempo. Eles matavam os escravos rápido demais, eles mal sofriam, não tinha graça nenhuma. Agora, é só água. Descobri que afogamento é uma maneira muito mais dolorosa e desesperante de morrer. E - Sorriu pra ele e fez um carinho em seu nariz - você sabe, quanto mais você sofrer, mais prazer eu tenho!

Ele se debruçou para abrir o alçapão:

- A senhora quer que eu me jogue?

A face dela se radiou em um sorriso:

- Que delícia! Quanta iniciativa! - E seu corpo todo tremeu de puro prazer - Mas tenho planos ainda mais malvados pra você...

E deu uma olhadinha pra baixo, onde eu estava. Piscou pra mim, uma piscadela marota, de quem estava dividindo um segredo entre amigos. Depois, me chutou a cara com seu pé . Enquanto ela andava, eu engatinhava atrás dela, sempre lambendo e beijando seus pés, sempre servindo. Eu não podia andar ereto nunca.

- Vai ser horrível, escravo. Tem certeza de que valeu a pena, tudo isso só por ter tido a honra de dormir comigo?

- É pena que só posso diverti-la assim uma única vez!

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- Hmmm! Assim que eu gosto! Você até merece um último beijo! - Agarrou-o em um abraço passional e se beijaram. A vilã era uma mulher quente. Dizem que as vilãs são frias e calculistas, mas não a minha Deusa do Mal. Ela é sempre passional, alegre, espontânea. Não planeja, faz. Depois, pegou o escravo novamente pela mão e o guiou: - Venha, meu amor, fique aqui.

Em cima do alçapão, havia um pequeno poste com um interruptor em cima. A vilã ajeitou a posição do escravo cuidadosamente e ajeitou também a altura do poste, para que o interruptor ficasse na altura da virilha do escravo.

- Bem, - Ela disse - deixa eu explicar a brincadeira. Eu é que inventei isso e tenho muito orgulho da minha imaginação malvada! Estou sempre tentando arranjar novas maneiras de ser má! Esse interruptor aqui - Apontou - aciona o alçapão. Se encostar nele, o alçapão abre e você cai. Aí, vou subir o nível da água lentamente até que você se afogue. Legal, né?

Ela gargalhava, feliz como uma criança em loja de doces:

- Mas a minha parte preferida é que você mesmo vai apertar o interruptor! Ele é muito sensível. Você vai ficar aí parado, sem mudar de lugar, só me olhando. Eu tenho muita coisa pra fazer agora de manhã. E tenho certeza que o seu... - Deu um tapinha na pênis dele - amor por mim vai se manifestar mais e mais... Finalmente, o seu amor por mim vai encostar no interruptor e... vupt!

- E isso vai te dar prazer?

- Claro.

- Então vale a pena!

- É, - Ela riu - quero ver você dizer isso enquanto se afoga!

Ele limpou a garganta:

- Posso fazer um último pedido?

A vilã apertou as bochechas dele:

- Você tem sido tão bonzinho! Pode sim!

- Eu gostaria de sentir o gosto dos seus pés uma última vez.

A vilã olhou pra ele surpresa. Ela sabia bem o quão atraentes e deliciosos eram os seus pezões, mas não estava esperando por isso. Depois, voltou a rir:

- É verdade. Eu tinha esquecido. Você começou como escravo baixo! É um daqueles homens patéticos que adora lamber meus pés! - E fez uma cara de nojo, como se não soubesse do poder de atração de seus pés: -Yuck!

Ela mexeu seus dedinhos dentro de minha boca e fez um sinal para que eu me afastasse:

- Você realmente gostaria disso, não é?

Ele balançou a cabeça afirmativamente.

- Meus pés são tão gostosos assim?

Ele se agachou e a vilã se aproximou vagarosamente, os olhos dele fixados naqueles pés perfeitos:

- Será possível que nos seus últimos momentos de vida você pense logo em lamber meus pés? O seu último pedido, de tantos pedidos que uma mulher poderosa como eu poderia concede, é apenas beijar meus pés?

Ela esticou um pé em direção a ele, mexendo os dedinhos sedutoramente apenas alguns centímetro a frente de sua boca. Todos os seus instintos lhe diziam para lamber aquele pé, mas ele sabia que a ira da vilã seria incontrolável se fizesse isso. Só olhou, quase chorando de desejo. Tão lindos, tão vivos, aqueles dedinhos ali na sua frente, se mexendo, flexionando, aquele arco. Ele podia cheirá-los... Um doce aroma.

- Você não pensa na sua vida, na sua família, em nada?

Silêncio. Ele não conseguia falar: estava usando todas as suas forças para se controlar. A vilã poderia ter sido cirurgiã: impressionante como sua perna, ali, estendida no ar, não tremia nunca; seus dedinhos chegavam o mais perto possível do rosto de escravo sem nunca encostar nele. A tortura continuou por muito tempo e eu era grato a minha Deusa por saber que eu, pelo menos, ainda sentiria o gosto daqueles dedinhos em minha boca novamente.

- Você não vê o quão ridículo é um homem de quatro lambendo os pés de uma mulher? Não tem vergonha?

- Por favor... - Ele conseguiu dizer.

- Não, meu querido. - Ela estalou de volta, recolhendo seu pé e apoiando-o no chão. Mesmo sabendo que iria matá-lo de forma horrível em poucos minutos, ainda assim ela o chamava de querido - Vai me dar ainda mais prazer imaginar que você morreu na vontade, que seus últimos pensamentos não vão ser sobre nada de importante mas apenas a sua frustração por não ter lambido meus pés uma última vez... Hmm... - Se abraçou, passeou as mãos pelo próprio corpo e teve um calafrio de puro prazer: - Que delícia! Como é gostoso ser má... - Abaixou os olhos para encará-lo: - Você nunca mais vai sentir o gosto dos meus pés na sua boca!

E soprou um beijo pra ele, rindo sempre, um riso sedutor, alegre, cruel. Ele poderia ter se mexido, poderia ter dado um passo pra trás, mas seu amor pela vilã era muito grande.

Ela se voltou pra mim:

- Venha, temos que excitá-lo. E agora eu já sei como!

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A vilã se sentou no chão em frente a ele e esticou as pernas, mostrando suas solas dos pés:

- Estou me lembrando dele... Ele adorava lamber minhas solas, essas aqui ó. - E apontou para as próprias solas, movendo no ar a poucos centímetros de distância do escravo. Estava fazendo o seu melhor tom de voz de menina sapeca, como se aquilo tudo fosse apenas uma brincadeira inofensiva - Aí, tanto ele pediu que promovi ele a escravo sexual e... que vexame! Lugar de escravo baixo é nos meus pés! Pra ser escravo sexual, tem que ser homem de verdade! E que tipo de homem vai estar com uma mulher como eu, nua, e vai pensar logo em lamber meus pés?! Venha, escravo baixo: - Ela ordenou: - lamba a minha sola, do calcanhar aos dedinhos... Eu quero sentir a sua língua nos meus pezões malvados quando ele cair lá embaixo!

Obedeci a ordem, naturalmente. Seus pés exalavam maldade. Eu lambia um deles enquanto ela agitava o outro provocativamente em direção ao escravo sexual. Agora, seus pés estavam ainda mais deliciosa. Não satisfeita em ser apenas má, ela havia me incluído em suas torturas: eu não estava apenas lambendo pezões malvados, mas o próprio ato de lamber já era cruel em si, pelo menos do ponto de vista do pobre escravo sexual. Seus pés nunca estiveram tão vivos, ela fazia de tudo para provocá-lo. Esfregou suas solas em meu rosto, ficou enfiando e tirando seu dedão de minha boca, arranhou meu rosto com suas unhas longas.

- Olha que delícia! - Ela apontou - Só de ver os meus pezões malvados sendo lambidos, ele já fica todo excitado, o idiota! Está subindo! - E bateu palminhas de pura alegria - Ai, ai... Pobre dele que nunca mais vai encostar em mim... Lamba mais, escravo, coloque o meu pé inteiro em sua boca: vamos acabar logo com isso! - E olhou para o pobre escravo sexual, acrescentando no seu tom de voz mais doce, emoldurado em um sorriso radiante: - Quero ver esse escravo morto!

- Mas, - Continuou - antes que você nos deixe para sempre, meu escravinho querido, sabe por que o alçapão é transparente?

O escravo não conseguia tirar os olhos dos pés da vilã. Sua ereção já estava gigantesca. Quem não ficaria excitado? Ali estava a mulher mais sexy do mundo, nua, lindíssima, com quem ele havia acabado de transar, mexendo seus dedinhos dos pés para ele e se deliciando com o fato de que ele estrava prestes a morrer...

As palavras saíram difíceis:

- Para que a senhora possa observar a nossa morte e se divertir?

- Meio certo, escravo! - E, pra mim: - Lamba com mais prazer! Eu quero que ele te inveje! Olha só, coitadinho, ele não consegue se controlar, eu sou gostosa demais: já está quase encostando! - E, de volta pro outro: - Mas pense pelo outro lado: eu também quero que você me veja! Quero que veja minhas solas dos pés por debaixo do alçapão, meu corpo, tudo aquilo que você nunca mais vai ter. Quero que veja o meu sorriso e a minha alegria... Quero que eu seja a última coisa que você veja...

Aquilo foi a gota d'água. O pênis do escravo deu um pinote, encostou no interruptor e ele caiu no alçapão, que se fechou automaticamente.

A vilã se esperneava de tanto rir. Quanto mais excitada ficava, mais mexia seus dedinhos freneticamente. Se levantou e foi até o alçapão. Ficou em pé ali em cima, dando ao escravo lá em baixo uma gloriosa visão completa sua.

- Hmm... Que pena que ele não pode mais me ouvir... - E riu, malvada: - Mas pelo menos pode ver...

Falou para mim, então:

- Como ele ama os meus pés, vou apertar o botão fatídico com meu dedão do pé. Acha que ele vai gostar da homenagem?

- Claro, vossa malvadeza!

- Obrigada! - Ela sorriu, levantou a perna e, cuidadosamente, apertou um botão no painel com seu dedão - Hmm, sabe que é divertido isso? Pronto, a água está ligada e subindo...

Ela foi até o alçapão e se sentou ali, sempre olhando pra baixo:

- Acho que assim ele pode ver tudo, não? Minhas solas, que ele tanto ama, espalmadas contra o alçapão e, de bônus... Bem, de bônus todo o resto... - Mandou um beijinho pra ele: - Ahh, como é gostoso ser má...

Logo, ouvimos um toc-toc lá debaixo. Era o escravo, batendo com os dedos no alçapão logo embaixo dos pés da vilã. Ela mexeu seus dedinhos alegremente.

- Venha, - Ela me ordenou - continue a lamber, mas de forma que ele veja!

- Hã... - Falei, enquanto me aproximava - Eu gostaria de ser seu escravo sexual também...

Ela riu:

- Se fosse meu escravo sexual, você já estaria morto! É isso o que quer? A morte? Mas é melhor morrer como um homem do que morrer como um cachorro, lambendo meus pés, não é?

- Não me entenda mal, seu pés são os mais maravilhosos...

- Lamba agora!

Lentamente, passei minha língua por entre seus dedinhos malvados, circundei a unha do dedão com minha língua, lambi sua sola e ela ainda pisou em minha língua, espremendo-a entre seu pé e o vidro. E eu via o escravo lá embaixo, olhando com tristeza e inveja para os pés da vilã.

Ah, como ela se divertiu.

- Você é um bom escravo baixo. Por que mudar? Seu lugar é nos meus pés. Eu te garanto uma morte prazerosa quando eu não precisar mais de você... Uso os meus pés e te sufoco até a morte, que tal? Já os escravos sexuais sempre morrem de forma desagradável... - E se interrompeu, empolgada: - Olha, já subiu o nível da água! Agora é a qualquer momento!

O pobre escravo, sem ar, apertava seus lábios contra o alçapão sob os pés da vilã, seus últimos atos uma tentativa de beijar aqueles pés...

A vilã não resistiu e começou a se masturbar, sempre olhando fixo para os escravo e mexendo seus dedinhos.

- Ele não desiste! Que delícia! A vida não fica melhor que isso! Como é bom ser má! Como é bom ter escravos pra lamber os meus pés! - E lançou um olhar rápido pra mim.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Eu sabia o que fazer. Minhas lambidas tinham que seguir o tempo de sua masturbação, o que não era fácil: quanto mais excitada, mais ela mexia os pés, seus dedinhos se flexionavam freneticamente e, as vezes, eles saíam da minha boca.
Quando a vilã atingiu o clímax, o escravo já estava morto, olhos e boca abertos, olhando pra cima com expressão morta e triste. A vilã riu, beijou seu dedo indicador, esfregou-o no alçapão logo acima da boca morta do escravo e se levantou.

Ela estava sorrindo, toda relaxada e satisfeita, um sorriso de puro contentamento. Ah, quem me dera, quando chegar a minha hora que eu posso lhe proporcionar tanto prazer quanto esse escravo... Aquele sorriso de prazer valia quantas vidas fossem que ela quisesse ceifar. Que vida poderia valer mais do que um instante de prazer da vilã?!

Espreguiçou, o seu corpo perfeito se esticando, alongando, relaxando, e disse, como se não tivesse acabado de cruelmente matar um homem que a amava:

- Bem, chega de brincadeira! Vamos ao trabalho que eu tenho muito o que fazer!

(fim)

Essa história pode ser livremente copiada, retransmitida, repassada, redistribuída, e por aí vai. Na verdade, como não estou olhando, você pode fazer o que quiser com ela, inclusive imprimir pra limpar a bunda, etc - o que talvez seja o que ela merece, nunca se sabe. Mas peço apenas que, o que quer que faça, não modifique a história sem minha autorização, nem retire os avisos.

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2.9.05

A Última Cavalgada

História escrita a 4 mãos por Kate e Pedro Lozada. Naturalmente, os parágrafos em fonte grande são os da Kate. Nunca vi mulher tão perversa. Que delícia.

uma delicia mesmo seria por uma mordaça em vc e te amarrar... pes e maos... ficaria incapacitado de fazer o q te da mais prazer... falar... isso me excita... vc tentando falar e nao conseguindo...

hmmmm..... eu ficaria calado, imovel, a sua merce... nao ia poder louvar sua beleza, cantar meu amor, ficaria calado... te olhando com olhar assustado, frustrado, cheio de lagrimas

preferia olhos de fogo e tesao... e apreensao tb.... q acha?

tesao eu estaria. com os olhos inflamados, erecao destruindo a virilha, e eu preocupado, tentando esconder a erecao, sei que ela eh mah, sei que ela nao me deixa ter przaer

mas ela adoraria o ver excitado... passaria a mao para deixa-lo mais excitado e o ouviria gemer

meu corpo todo se estremeceria, nao sei se aprecio a delicia do toque ou se temo a maldade da deusa que me aprisiona, sem saber o que ela planeja pra mim... eu tento me soltar

mas quanto mais excitado ele ficaria ela começaria a chamo-lo de todos os nomes de vermes existentes... sua larva de mosca... seu vermerzinho branco do lixo

meu pau se roca contra a cueca, ele pulsa de excitacao, nao sei o que ela planeja pra mim

e eu acaricio mais forte, pra te deixar mais excitado, e continuo te xingando de pragas... merdinha... inutil... imprestavel...capacho... seu reptil infectado

quero beija-la, quero ama-la... adoro quando me xinga...caio no chao... esfrego mu rosto no seu peh...aspiro seu cheiro, o cheiro dos seus pes

vc esta amarrado, nao pode cair, preso, e de repente quando sinto q esta muito excitado, q esta quase ejaculando, aperto com força seus testiculos... vc urra de dor... vc tao excitado e depois a dor... como se sente? pergunto...

eu tento gritar, sinto o cheiro dos seus pes do meu nariz e a pressao do outro pe nas minhas bolas, nao acredito que ela eh tao mah, pensei que me amava, ele disse que me amava

e vc tenta responder... e o q pensa?

sinto um craque em minhas bolas, uma dor monstruosa, sinto algo se romper... eu olho pra vc cheio de amor

o prazer a dor, esta mistura...eu abro a sua calça... pra ver como ficou... um pouco de esperma espalhado... e os seus testiculos roxos... abro um sorriso lateral.... corto suas calças e cueca... te deixo vulneravel

apesar de toda sua maldade eu te amo e quero ficar com vc... se vc quiser ficar comigo... se quiser ficar com esse meio homem.... continuo amarrado e amordacado, indefeso... minhas bolas a vista, sem calcas... ela pode fazer comigo o que quiser... torco para ela ser boazinha... eh minha unica esperanca

Eu subo em vc... passo meu corpo proximo ao seu... meus pes pelos seus labios... e passo meus seios pelo seu corpo... e o que sente?

tento lamber, tento toca-los… a dor estah demais.... me surpreendo pelo amor que sinto pela mulher capaz de me fazer sentir tanta dor... a dor eh tanta que se metamorfoseia em prazer... adoro sentir o peso dela sobre mim.... a unica coisa que sei eh que nao quero que isso acabe

sento em cima de vc... em cima de seus testiculos latejando... deixo vc sentir meu cheiro e meu calor... levanto de cima de vc e vou ate seu rosto... com uma perna de cada lado de sua face... e vc olha para o lado ... tentando ver meus pes... e o que tenta fazer? o que tenta fazer pra chegar aos meus pes

tento esfregar meu nariz em seus pes, adoro sentir seu cheiro e seu calor

eu levanto meu pe e apoio em sua cara. q sente?

sinto seu calor, a umidade do seu peh suado, seu pe vibra de prazer, vc mexe seus dedinhos do meu rosto

retiro meu pe e me sento sobre seu rosto... te sufocando

sinto o seu prazer no meu desespero, o seu prazer alimenta o meu prazer, tento respirar, nao consigo, meu corpo estreme e convulsiona... escuto seus gemidos de prazer enquanto vc literalmente me monta como um touro bravo

sente apenas o meu cheiro... e o ar faltando

nao sinto mais meu pau, mas estou excitado... o desespero da falta de ar toma meu corpo... sera que vou morrer assim

eu me levanto e lentamente retiro minha calcinha... retiro a mordaça q esta usando... e antes q possa falar enfio ela dentro de sua boca e fico acima de vc, apenas com um vestido de lurex curto e meias 7/8 com renda, uma das meias esta desfiada

respiro fundo e aliviado, o sabor eh maravilhoso, quase esqueco da dor e da frustracao, sinto que meu pau estah duro de novo, nem sei como, nunca estive tao frustrado, quero beija-la e abraca-la, mas a propria maldade e crueldade dela alimentam meu tesao

e vc tenta olhar pra cima ou pra baixo... o que vc quer? chupar e lamber o que? deixei ambos a mostra... o cheiro de meu pe proximo a sua cabeça... o gosto de minhas partes intimas em sua boca.. o que quer?

tento aproximar meu rosto dos seus pes...quero lamber e chupar seus pes...

retiro a mordaça, sento em cima de seu pau, sem deixa ele me penetrar, e passo o meu pe em seus labios, e o enfio dentro da sua boca, q delicia sentir seu pau pulsando, brinco com meu pe em sua boca, seguro seu pau entre minhas nadegas

respiro fundo com a boca livre, vc senta sobre meu pau esmagando-o... mal posso respirar novamente... mas adoro sentir seu pezinho 39 dentro da minha boca... suas unhas rocam no meu ceu da boca tirando um pouco de sangue... como pode um pezinho tao lindo ser usado para tantas maldades? tento ajeitar meu pau para sentir menos dor mas vc senta ainda mais forte... sentindo sob sua bunda deliciosa meu pauzinho esmagado... e deliciando com os cracks que ele faz, sentindo que estah quebrando e destruindo minha virilidade

q delicia, cheio de sangue dentro, duro e pulsando, e o que esta fazendo com meus pes?

passo minha lingua entre seus dedos... e vc sente o sangue quente entre seus dedinhos

delicia... q mais?

mexe seus dedinhos em minha boca, tento mexer a virilha, esfregar meu pau entre suas nadegas, vc geme de prazer nessa area tao sensivel

eu sinto os movimentos de seu pau, e fico excitada... mais do que ja estava... retiro meu pe de sua boca... e o deixo fazer uma suplica

sua excitacao me excita, nao consigo acreditar que uma mulher pode ficar tao excitada com tantas maldades, como pode ser assim?, eu imploro para que vc me deixe ser seu homem, possui-la...

eu chego bem perto de rosto, com meus labios proximos aos seus, e meus seios quase encontando em vc, e digo: simplesmente pq acabar com um verme como vc me excita

(ai que frase linda, eu te amo)... meu pau dah um pinote... e eu finalmente me dou conta de que nao sairei vivo daquele quarto... ainda sinto o gosto do seu peh em minha boca

eu saio de cima de vc... abro as correntes q te prendem... mas ainda deixo as maos e pes juntos para nao tentar fugir... pego um arreio e coloco em vc... vc tenta desviar a cabeça... e eu seguro com força seu queixo... e finalmente consigo fechar... te jogo de 4 no chao... e monto em vc... vc esta completamente nu... e eu com minhas meias e e seu micro vestido... acarricio suas nadegas... e te dou uma chicotada forte nelas...

eu empaco, nao quero me sujeitar a isso, prefiro morrer

eu bato novamente e com mais força.Vá, mula emprestavel... ande... e vc?

eu ando, tento obedecer, talvez se eu obedecer ela seja mais boazinha comigo... ando... sinto seu peso em cima de mim

e a minha umidade? sente?

ela coloca as pernas pra frente e mexe os dedinhos na frente do meu rosto, me estimulando a seguir adiante, sinto sua boceta umida em minhas costas, sinto que ela esta molhada, sinto que tanta humilhacao, maldade e dor soh fazem excita-la

pego o chicote e viro ao contrario, e começo a passar por suas nadegas... q pensa?

penso que nunca estive tao excitado, apesar de sentir tanta dor, humilhacao e decepcao... como ela pode se excitar? pensei que fossemos amigos, pensei que me amava...

eu introduzo em vc o cabo de meu chicote... e vc começa a sangrar... eu rio... e digo:agora vc tem um rabinho mula idiota... e o sangue jorra devido a força e a profundidade... como se sente? ela passa a mao em no sangue e esfrega na cara desta mulinha... e diz: veja como sangra... veja como pode morrer tao facilmente em minhas mãos... e vc sangra...

vou andando e deixando um rastro de sangue... o rastro eh o testemundo da maldade dela, do seu poder total sobre mim... minha bunda doi... a dor eh terrivel

eu cada vez mais excitada com as marcas de sangue.... retiro uma de minhas meias... e passo por seu pescoço... dou um no forte... e puxo... te sufocando... vc abre a boca... pra tentar respirar... e enfio meu pezinho nela... q pensa nem seus ultimos momentos de vida?

eu penso que nao deveria ter me entregue a vc... que nao deveria ter amado uma mulher tao ma... mas penso que vc eh uma deusa e que foi maravilhoso e que eh uma honra ter estado... com vc... e enquanto o sangue falha no meu cerebro... enquanto a dor em meu pescoco torna-se insuportavel.... eu sinto uma erecao enorme... sinto uma ejaculacao... uma onda de prazer se espalha pelo meu corpo... sinto seus dedinhos se mexendo em minha boca... nao sei o que fiz pra merecer isso... choro... imploro por clemencia

e eu puxo com mais força o laço... e vc ainda esta com meu pezinho na boca... e eu estou ficando mais excitada a cada segundo... e puxo mais e mais forte o laço

eu coloco a mao pra tras... mesmo enquanto morro, tento acariciar suas pernas e te dar prazer... quanto mais perversa vc eh, mais eu te amo... meus olhos ficam escuros... caio ao chao, por cima de meu pau recem ejaculado... eh meu fim

vc nao merece me sentir excitada assim seu verme! nao merece clemencia minha! seu verme! e eu sinto vindo uma onda dentro de mim... vc da um ultimo gemido e para de respirar.... e eu gozo de prazer... ao te ver morto debaixo de mim

morro apaixonado por minha deusa.... meu fantasminha voa em volta... apreciando o prazer que causei a minha deusa... vejo que ela esta feliz, realizada, completa, em extase... fico feliz

eu me levanto e vejo minha obra de arte... e fico excitadissima... eu sinto cada vez mais prazer... ____________Fade out_______________

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19.7.05

Ingrid - Partes 1 a 3

Aviso Importante

Essa é uma história horrível. Ela não é recomendada pra ninguém sadio. Nem adultos e nem, deus me livre, crianças. Ninguém está preparado para ler coisas assim. Essa história contém sexo, incitação à masturbação e ao crime, desobediência civil, mortes, sangues, assassinatos, desgraça, o horror, o horror! Não leiam. Depois não digam que não avisei. Histórias como essa devem ser lidas apenas pelos iniciados, mentes superiores e refinadas, que sabem separar fato de ficção, apreciar o segundo sem que ele se torne o primeiro.

Aviso Essencial

Caramba, eu até me sinto bobo falando essas coisas, mas vá lá, hoje em dia até mesmo as agulhas são vendidas com avisos como "não enfiar no olho", etc. E a Internet é grande, sabe-se lá nas mãos de quem isso aqui pode acabar parando...! Essa história é apenas uma fantasia totalmente louca e absolutamente descompatibilizada da realidade. O autor, de modo algum, pretende incitar seus leitores a realizar coisas hediondas como manter escravos em calabouços ou tentar conquistar o mundo. Lembrem-se do que aconteceu com Hitler: não foi bonito. Mais ainda, nada nessa história indica desejos ou fantasias do autor que coisas parecidas às narradas aqui sejam realizadas contra ele, ou que ele tenha desejos incipientes de morte. Fica claro que o autor, pessoalmente, não quer morrer, não quer que ninguém morra, nunca, e que por ele todos viveriam para sempre, mesmo que isso significasse, por razões óbvias, o fim da humanidade e o colapso da civilização. Ficou claro?

O autor gostaria de saber as opiniões de todos os seus leitores. Não recebo nada pra escrever essas histórias, que me paguem pelo menos com seus comentários... Que tal fazermos um trato? Se ler e gostar, escreva, nem que seja pra dizer "li"... Esse é o único pagamento que preciso...


Ingrid
(dominação, podolatria, morte)

por Pedro Lozada

Capítulo 1

Quando eu tinha 16 anos, estava sem nada o que fazer uma tarde e decidi que seria divertido ser malvada como as grandes vilãs da TV, ter os destinos das pessoas nas minhas mãos e usar esse poder para o mal. Aí, comecei a pensar: para ser uma malvada de respeito, eu teria que fazer uma grande malvadeza, mas qual?

Pensei que nada seria mais gostoso e perverso do que destruir a vida de um homem por puro capricho. Mas qual? Não poderia ser um homem qualquer, não teria graça. Homens são escória, eles se destroem sozinhos. Tinha que ser um homem especial. Mas quem?

Vários nomes passaram pela minha cabeça, mas fui descartando todos. Não eram virtuosos o suficiente. Não eram grandes o suficiente. Bin Laden seria famoso se tivesse derrubado uma prédio de quatro andares?

Finalmente, meus pensamentos começaram a se concentrar no professor Augusto. Era o professor mais popular de nossa escola, o único capaz de fazer matemática soar interessante, uma pessoa simpática e boa-praça. O professor Augusto era tão gente boa que muitas vezes ficava à tarde na escola, dando aulas de reforço de graça para quem estivesse com dificuldade. Dizia que não queria que ninguém reprovasse sua matéria, que não queria traumatizados matemáticos no seu currículo.

Era um rapaz bonito (o único professor minimamente bonito!) mas tímido. Tinha se casado recentemente e toda a escola acompanhou o processo, desde o primeiro dia em que ele discretamente apareceu de aliança mas, claro, todo mundo percebeu e comentou, até o nascimento de sua linda filhinha, de seis meses, de quem falava às vezes e mostrava a foto sempre.

Além disso, pessoalmente, gostava muito de mim. Corrigia minhas provas sempre pra cima. Quando faltava um elemento na construção do problema, mas a resposta estava certa, me dava o ponto integral - o que era proibido pelas regras da escola. E, em várias dessas tardes livres que ele perdia para ajudar os alunos problemáticos, muitas foram comigo, ou só comigo. E ele demonstrava amor sincero pela sua disciplina e pelos alunos.

Acho que foi a lembrança das tardes que ele passou me ajudando que me fez finalmente decidir. Concluí que uma mulher malvada tem que ser egoísta e ingrata, e que ela deve ter especial desprezo pelas pessoas que são fracas ao ponto de ajudá-la. Nada poderia ser mais perverso do que destruir um homem que me ajudou tanto, sem pedir nada em troca. Como um bônus, ainda estaria sendo malvada com todos os alunos da escola (eu inclusive) que jamais encontrariam um professor de matemática melhor. Mas, às vezes, as malvadas dão uma ferroada na própria cabeça em nome de sua ética perversa, fazer o quê?

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Por enquanto, eram apenas devaneios gostosos, mas o que decidiu mesmo a questão foi quando percebi que, embalada por esses pensamentos, divagando que em breve esse homem tão bom estaria sem emprego, sem mulher, sem filha, e tudo por minha causa!, por causa de um capricho perverso meu!, só essa idéia já tinha sido o suficiente para eu ficar molhadérrima e que, sem eu nem me dar conta, meu dedo tinha se movido para a minha virilha e eu estava me masturbando languidamente, em pleno sofá da sala!

Se era bom assim pensar, quem dirá fazer?

Naquele momento, meu caminho foi traçado. Abracei a maldade e nunca mais olhei pra trás.

Capítulo II

O primeiro passo era seduzi-lo.

Passei a sentar na primeira fila. Usava decotes cada vez mais profundos. Puxava-os pra baixo. Estufava os seios. Nada. Levantava a camisa, mostrava a barriguinha dura, passava o dedo em torno do meu umbigo. Nada. Vestia calça capri, puxava pra cima, deixava ver minha panturrilha definida, cruzava e descruzava as pernas. Nada. Dava olhares sedutores, fazia caras e bocas. Nada.

Foi me subindo um ódio. Quem era ele pra interferir nos meus planos? Quem era ele para querer viver quando EU desejava destruí-lo? Quem era ele pra me esnobar assim? Mas eu não tinha mais o que fazer. Estava esgotando minhas armas.

Por pouco, não abandonei a maldade e voltei a ser uma menina boazinha de vidinha chatinha. Mas, como os troianos, depois de muita resistência, o professor Augusto abriu a guarda pra ser destruído no último instante.

Um dia, peguei o professor Augusto olhando curiosamente para o chão. Não era nada demais, ele geralmente ditava problemas olhando para chão. Mas olhava para o chão perto da minha cadeira. Percebi o que estava acontecendo quando cruzei as pernas e seus olhos foram junto. Cruzei de volta e eles voltaram. E não eram minhas pernas que ele estava olhando, eram meus pés.

Naquele dia, eu tinha ido com uma sandália de dedo particularmente bonita, que mostrava meus pezitos em toda a sua plenitude. Além disso, na véspera, eu tinha pintado as unhas de preto, uma cor bem condizente com a malvadeza em meu coração.

Será que eu destruiria o professor pelos meus pés? Seria esse seu ponto fraco?

Comecei a mexer os dedinhos. Abria, fechava, apertava. E ele não perdia um único movimento. Seus olhos já nem subiam. Fui então mais perversa: fiquei balançando a sandália de um lado pro outro, como um pêndulo, suspensa em meu dedão por apenas uma tirinha. Que covardia, meu deus.

O professor não tinha como resistir. Seus olhinhos iam de um lado pro outro, acompanhando o movimento pendular da minha sandália. Sua boca se abriu levemente. Ele salivava, o coitadinho. Parou de falar e pediu pra um aluno ler alto os problemas. Seu cérebro travou.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Eu normalmente teria pena dele, quase tive, na verdade, quem quero enganar?, tive pena dele sim, mas, ao mesmo tempo, fiquei com mais tesão ainda de seduzi-lo, enganá-lo e destruí-lo. Os predadores são atraídos pelas vítimas mais indefesas e incapazes. É a lei da selva.

Foi um momento mágico, eu confesso. Um dos dias mais felizes da minha vida. Me senti como Hitler quando convenceu a Europa a aceitar a anexação da Áustria. Como a esposa perversa quando consegue que o marido bobo assine a apólice de seguro de vida. Ainda havia muita estrada a percorrer até o fim, mas a vitória era certa. Ele já estava no papo. Sua vontade era minha. Meus pés tinham poder sobre ele e esse poder seria o seu fim.

Um calor subia dentro de mim. Eu me sentia uma daquelas Deusas pagãs da antiguidade, cruel e caprichosa, que exigia sacrifícios de sangue para aplacar sua fúria. E o professor seria o meu sacrifício. Eu, Deusa poderosa que era, dispunha do destino dos mortais ao meu bel-prazer. Ele não sabia ainda, mas já estava destruído.

Mais uma vez, quando acordei dos meus delírios perversos, minha mão estava suavamente em minha virilha, me acariciando. Preciso me controlar! Mas fui discreta, estava na primeira fileira, e ninguém viu. Só o professor Augusto poderia ter visto.

Mas enquanto eu ficasse mexendo meus dedinhos como estava mexendo agora, o resto do meu corpo poderia ter se consumido por combustão instantânea e ele não teria percebido.

Agora era preparar a armadilha.

Capítulo III

Difícil era ficar sozinha com o professor. Ele era muito certinho, não dava oportunidade. Minha única chance era usar as aulas da tarde.

Por um lado, seria ainda mais gostoso. Afinal, as aulas da tarde eram o maior exemplo de sua bondade. Nenhum outro professor fazia isso. Davam as aulas que eram pagos pra dar e saíam correndo pra viver suas vidas. Seria especialmente cruel e delicioso que sua queda se desse justo por causa das aulas de reforço. Ai, essas idéias me levavam à loucura.

Comecei a ir de mal a pior em matemática, o que não foi difícil, e passei a freqüentar todas as aulas de reforço, esperando o dia em que estaríamos sozinhos. Mas o dia nunca chegava. Estávamos dando limite e não faltavam alunos desesperadamente cheios de dúvidas.

Decidi que, boa malvada que era, não podia ficar esperando o momento ideal: tinha que tomar as rédeas da situação e criar a minha oportunidade eu mesma. Só os fracos se deixam levar pelas correntes da vida. Por isso, são fracos. Por isso, são minhas vítimas.

Recrutei a ajuda de duas amigas também malvadinhas. Tive que contar meu plano e elas adoraram. Que menina nunca sonhou em seduzir um professor? Não sabiam o quão longe eu iria, mas o gato ensina todos os truques, menos o seu pulo.

Elas inventaram uma assembléia escolar sobre um tema importante para nossa sala, justo na hora da aula de reforço. Falaram com todo mundo. Enfatizaram que a presença era essencial. Alguma besteira assim.

Quando o professor entrou na sala, eu era a única aluna.

- Ué, só você? - Ele disse.

- É. - Fiz um muxoxo - Não sei o que houve com os outros.

Dessa vez, eu não estava de sandálias, mas de tênis. O meu tênis mais velho e surrado. Esperei um pouco e, assim que a aula começou a pegar impulso, fui tirando lentamente os pés do tênis. Um verdadeiro strip-tease.

O professor Augusto estava calado em sua mesa, esperando que eu terminasse um problema. Enquanto eu trabalhava no problema, enfiei a ponta do pé direito no calcanhar esquerdo e soltei o sapato, deixando meu pezinho deslizar suavemente para fora.

Foi gostoso soltar meu pé, enclausurado tantas horas naquele calor. Ele estava suado e eu podia sentir a refrescância exotérmica (tínhamos acabado de aprender isso em biologia) de mexer meus dedinhos na corrente de ar que passava pelo chão e sentir o suor evaporar aos poucos. E era ainda mais gostoso saber que havia um par de olhos grudado neles.

Lentamente, tirei o outro sapato também, e o cheiro dos pés tomou o ambiente. Ainda bem que não havia mais ninguém ali, um dos alunos certamente teria gritado "que chulé, menina! calça esse sapato de novo!". Mas eu estava jogando pra platéia. Confesso que não era um cheiro agradável, mas passei a gostar dele: pra mim, esse cheiro passou a simbolizar meu poder e minha vitória sobre o professorzinho.

Depois do primeiro dia em que descobri sua fraqueza, fui pesquisar mais sobre o assunto na internet. Aparentemente, essa tara por pés era bastante comum. Não faltavam sites cobrando os olhos da cara por fotos e mais fotos de pés de mulheres. Pior, a maioria das taras não eram só por pés, mas por pés de mulheres malvadas e dominadoras. Eram homens que não apenas achavam pés bonitos, mas que queriam ser pisados e maltratados com eles, queriam lamber pés sujos e chulezentos. Meu deus, que mundo é esse?! Realmente, com homens assim, eu tenho que ser uma rainha. Eles vão me adorar e me servir. Vão se sacrificar no altar em minha honra e ainda me agradecer por isso.

Aprendi muita coisa interessante. Haviam sites, por exemplo, só de dangling, o que eu tinha feito naquele dia mesmo, instintivamente: balançar a sandália pelo dedão. E as pessoas pagavam caro pra ver fotos de mulheres fazendo isso!

Mas o que aprendi de mais importante, naquele momento, foi a questão do cheiro. Aprendi que a maioria desses pobre-coitados é extremamente estimulada pelo cheiro dos pés. E eu, em meu desespero, não podia desprezar nenhuma ajuda. Estava contando com o estímulo visual dos meus pés, mas se pudesse também contar com o estímulo olfativo, por que não?

Foi uma decisão estratégica difícil. E se ele não gostasse? Não consegui entender se eram todos os doentes por pés que gostavam disso ou não. Era um risco. Mas aceitei o desafio. De certo modo, eu me sentiria ainda mais malvada se fizesse ele lamber meus pés quando estivessem com tanto chulé. E, se não gostasse, bem, haveria outras oportunidades. A vida é longa e o mal nunca desiste.

À princípio, fiquei frustrada de nenhum namorado meu nunca ter beijado meus pés. Com o tempo, passei a viajar nos sites, e fiquei fantasiando como seria bom ser uma rainha malvada, fazer meus súditos lamberem meus pés e, depois, em retribuição, jogá-los perversamente às feras. Ai, eu mordia os lábios e me tocava, o que eu não faria se não pegasse um merda daqueles, quantas maldades não faria antes de acabar com ele!

E aí pensei: eu tenho, eu tenho! E ria sozinha, feliz comigo mesmo e com o meu professorzinho.

Eu mexia bem os dedinhos, esfregava bem as solas dos pés uma contra a outra, queria que o cheiro subisse. E ele subiu, meus amigos. Eu me sentia em uma queijaria. Mas funcionou. Lá de sua mesa, eu podia vê-lo fungando longamente. O homem claramente perdeu a concentração, parou de ler o que estava lendo em seu caderno, coçou a testa, esfregou a cara, fez que ia levantar, sentou, levantou de novo.

Coitadinho, ele não queria vir! Mas as regras da brincadeira, eu quase tinha vontade de explicar pra ele, são que eu ganho e você perde, minha vontade é obedecida, a sua é atropelada. Não é belo assim?

Três dias antes da aula de reforço em que estaríamos sozinhos, eu pesquei do fundo do meu armário o meu tênis mais velho e fedorento. Era inusável. Eu tinha guardado o bichinho caso algum dia precisasse fazer uma caminhada no mato, na lama, etc, onde não quisesse sacrificar um sapato novo. Nunca pensei que me seria tão útil.

Usei o tênis durante três dias seguidos. Algumas amigas, na escola, que já o conheciam de outros anos, estranharam e brincaram: "Você, de novo?" Em casa, minha mãe ficou revoltada: "Achei que você tinha jogado esse tênis fora! E tira esse tênis imundo dentro de casa." Mas não tirei. Ser malvada não é só diversão, temos que ter força de caráter.

Para tomar banho, eu amarrava cuidadosamente dois sacos plásticos nos pés, presos no meus tornozelos com elásticos. Na verdade, eu andava de tênis o tempo todo, mesmo em casa, porque não estava agüentando ficar no mesmo aposento que os meus pés descalços. Usar os tênis era o melhor modo de conter o cheiro.

Sinceramente, não acho que seria humanamente possível ficar com mais chulé do que eu ao fim dos três dias. O cheiro dos meus pés dominaria completamente qualquer ambiente onde eu tirasse os tênis. Tomara que o meu professorzinho patético desse valor a todo o trabalho que sua malvada estava tendo só pra destruí-lo.

Aparentemente, ele estava gostando, mas eu não tinha como saber. Sua reação até agora, de nervoso constrangimento, poderia ter sido a de qualquer professor com uma aluna de chulé tão forte. Ele continuava olhando fixamente o movimento dos meus dedos dos pés, mas isso ele fazia sempre, não provava nada.

Era a hora da verdade. Deixei cair um lápis no chão, perto dos meus pés. Eu diria que ele acompanhou a queda com o olhos, mas não é verdade: como ele já estava olhando fixamente para o chão, só deve ter visto o lápis quando ele rolou para perto dos meus dedinhos. Fez um movimento de ir pegar, mas se conteve.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Mas que homem indeciso! Você não quer se aproximar dos meus pés, tolinho?! Aproveita a chance! Pelo visto, eu teria que dar uma forcinha.

Fiz que ia abaixar e dei um gritinho, bem feminino:

- Ui.

E voltei. Ele me olhou como se não entendesse e eu falei:

- Tenho um problema nas costas, tive uma crise ontem, não estou conseguindo abaixar. Pega o lápis pra mim?

Isso acabou com suas barreiras. Ele nem hesitou. Afinal, a coisa que mais queria era chegar perto dos meus pés, dar mais uma cheiradinha. Para estimulá-lo, eu peguei o lápis com meus longos e flexíveis dedos dos pés, enrolei meus dedinhos em volta dele, e deixei cair de novo.

Ele se aproximou salivando. O coitadinho nunca teve nenhuma chance contra mim. Aliás, como deve ser.

Antes, uma última coisa sobre meus pés. Um bom tênis velho não é só fedorento, ele também é sujo e está caindo aos pedaços. Meus pés estavam cheios de fiapos e farelos do tênis, e outros pedaços de matéria podre. Os espaços entre meus dedinhos, especialmente, estavam pastosos de tanta porcaria acumulada neles.

Quanto mais imundos ele ficavam, mais excitante era a idéia de serem lambidos e beijados. Só mesmo uma verdadeira Deusa do Mal pode ser tão desejável que até a sujeira entre seus dedos dos pés excite os homens. E um homem teria que ser muito patético, um verdadeiro verme, quase não humano, para se rebaixar ao ponto de comer aquela sujeira. Fazer isso seria praticamente como me dar sinal verde para fazer o que eu quisesse com ele, abdicar de sua humanidade e me deixar tratá-lo com o animal rastejante que é. Tudo o que eu fizesse com ele depois, e eu, em minha infinita malvadeza, faria coisas terríveis até o final inevitável, seria mera conseqüência.

Enquanto ele se aproximava, meus dedinhos se mexiam freneticamente, como se preparando-se para as maldades que fariam.

Um homem de verdade teria chutado o lápis para perto de si e depois se abaixado, para não ter que se aproximar do meu chulé. Mas o professorzinho patético veio pegar o lápis aos meus pés e ainda fez questão de abaixar a cabeça muito mais do que seria necessário. Ele pegou o lápis mas parou, por um segundo, como se respirando fundo e querendo eternizar a beleza daquele momento, mas mal sabia ele para onde aquele momento iria no segundo seguinte.

Aproveitei minha chance e, rapidamente, espalmei a sola do meu pé em sua cara. Ele não se moveu, aturdido, e eu esfreguei levemente aquela sola suada e grudenta em seu rosto, e pedi, num sussurro:

- Beija o meu pé... por favor!

Eu pedi beijo, mas não queria beijo. Beijo era muito pouco. Eu queria a língua dele subindo e descendo na minha sola, bebendo aquele suor velho. Eu queria meu pé inteiro na sua boca, queria sentir a língua dele colhendo toda aquela matéria pastosa entre meus dedos.

Queria, finalmente, e pela primeira vez, ser a mulher malvada que sempre sonhei ser. Queria acabar com a fase de devaneios adolescentes no sofá e masturbações enlouquecidas na internet. Queria entrar logo na fase de ser uma verdadeira Deusa do Mal, de forçar os homens a me adorarem e puni-los por isso. Queria tratar os homens como vermes e ser idolatrada por isso.

Meu deus, eu queria tudo! E queria agora!

O vermezinho entendeu. Nem beijou. Partiu direto pras lambidas, lambia sofregamente, como um cachorro, lambidas longas e molhadas, ele sorvia o suor dos meus pés como se fosse néctar dos deuses e deixava minha sola mais molhada ainda, com sua saliva quente.

Eu estava desmilingüida, quase esquecendo de mim mesma e dos meus objetivos, aquilo era bom demais, era tudo o que sempre sonhei, era a vida que eu queria. As sensações físicas eram deliciosas, sentir aquela língua quente na minha sola era sensacional, mas o prazer verdadeiro era maior: o prazer era psicológico, o prazer era saber que aquela língua pertencia a um homem bom e generoso e que eu destruiria, o prazer era saber que aquelas lambidas eram o primeiro passo que ele dava em direção ao abismo, o prazer era saber que ele seria destruído por puro capricho, sem motivo algum, o prazer era saber que quando ele caísse no abismo, e se segurasse na borda pelos dedinhos de uma mão, eu estaria lá, para pisar cruelmente em seus dedos e fazê-lo cair em uma queda sem fim, para sua eterna desgraça e meu eterno prazer.

Mas eu não podia me dar ao luxo de me perder no prazer. Algum de nós tinha que estar pensando claramente, e não era ele, que já tinha se entregue à volúpia de lamber meus pés. Se fôssemos vistos, acabava a brincadeira, e eu ainda tinha muito planejado antes do fim inevitável do herói trágico, no final do terceiro ato. Não é uma lei da tragédia que os heróis são pessoas boas e honradas mas que, por uma falha de caráter, caem em desgraça? Pois bem, a falha de caráter de meu bondoso professorzinho é ter lambido meus pés cruéis. Não me olhem assim, não sou má, sou apenas um instrumento das Parcas. Meu prazer em cortar o fio da vida dos homens fracos é puramente incidental.

Precisávamos acabar logo com aquilo, mas eu queria que ele limpasse entre meus dedos, era onde havia mais sujeira acumulada. Puxei meu pé de seu rosto, onde ele lambia a sola como um cachorro louco, e, num movimento rápido, enfiei os cinco dedos em sua boca. Ele não falava nada - nem podia - mas seus olhinhos rolavam de prazer.

Primeiro, eu senti sua língua sob meus dedos e, depois, entre cada um. Ele foi incrivelmente metódico para um homem tão enlouquecido de prazer. Eu podia sentir claramente sua língua entrando entre meus dedinhos e coletando aquela pasta nojenta, podia vê-lo se deleitando com o gosto dos pés, podia ver a sujeira dos meus pés descendo por sua garganta.

Meu deus, será que sou mesmo tão maravilhosa assim? O quão baixo um homem pode descer? Ele merece tudo o que eu fizer com ele, e mais um pouco. Eu me sentia cada vez mais sexy, poderosa e malvada. E feliz, muito feliz.

Considerei seriamente dar o outro pé pra ele lamber. Eu queria, ah, eu queria muito, era tudo o que eu mais queria naquele momento. Mas o risco era grande demais. Foi um prazer adicional ver que o idiota nem parecia estar pensando nisso. A delícia de lamber meus pés chulezentos tinha eliminado completamente seu instinto de auto-preservação. Ótimo. Muito em breve, ele não iria mesmo precisar disso.

[Essa história foi escrita por Pedro Lozada (pedrolozada87[at]hotmail.com). Se gostou, visite o blog Mulheres Malvadas, em http://mulheresmalvadas.blogspot.com, e leia outras histórias ainda piores. Não retire esse aviso, por favor]

Puxei o pé de sua boca em um movimento rápido - fez um barulhinho de sucção "ploc!" - e disse, ainda sussurando:

- Chega, professor. Podem nos ver.

Ele olhou pra cima, consternado, e pela primeira vez, desde que as máscaras caíram, nosso olhar se cruzou. Coitadinho, ele tinha realmente esquecido de quem éramos e onde estávamos, parecia um cão perdido precisando de uma dona. Mas essa dona aqui o trataria como um cachorro sarnento e, depois, o levaria rindo para a fábrica de sabão.

Mas, por enquanto, ele ainda estava achando que eu, apesar de também tarada - afinal, eu começara tudo - era uma moça sensata e ponderada.

Ele se levantou, se recompôs, lambeu os lábios - pervertido! - e passou as costas da mão sobre a boca. O cheiro dos meus pés devia estar encravado em seu rosto.

O essencial era ele não ter tempo pra pensar. Escrevi um endereço em um pedaço de papel e disse:

- Me encontre aqui, em meia hora. Precisamos conversar.

Quase falei "continuar", mas preferi deixar em aberto. Conversar tanto poderia ser eufemismo para continuar de onde tínhamos parado como também poderia ser uma oportunidade para refletirmos mais calmamente sobre nossa loucura e trocarmos votos de eterno silêncio.

- Me dá o seu celular. - Pedi, brusca. Caso ele não aparecesse, talvez fosse necessário ligar e dar um empurrãozinho, sugerir que talvez meu pai, o major, não gostasse muito de saber daquela história, essas coisas. Mas não achei que seria necessário.

Anotei o celular e saí rapidamente, sem olhar pra trás. Ele não tinha como saber que aquele não era o meu endereço. Era a casa da minha outra amiga malvadinha, que morava com a irmã mais velha. O apartamento ficava vazio o dia inteiro e a irmã, aquele dia, dormiria na casa do namorado.

As câmeras já estavam a postos. Tudo estava pronto para o segundo ato da queda do professor Augusto. O terceiro ato seria sua humilhação pública, amanhã, na escola, quando divulgássemos os vídeos.

Será que, no final, ele furaria os olhos, como Édipo, ou acabaria castrado, como Abelardo?

Eu mal podia esperar.

(continua...)

Agora comentem, por favor! Especialmente vocês, maravilhosas leitoras malvadas! Estou quase fechando esse blog por total falta de feedback! Sem leitores, qual é a graça?!

Essa história pode ser livremente copiada, retransmitida, repassada, redistribuída, e por aí vai. Na verdade, como não estou olhando, você pode fazer o que quiser com ela, inclusive imprimir pra limpar a bunda, etc - o que talvez seja o que ela merece, nunca se sabe. Mas peço apenas que, o que quer que faça, não modifique a história sem minha autorização, nem retire os avisos.

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